Uma coisa será: Direitos Próprios Inalienáveis; outra bem diferente será: Abuso de Direito que não se possui!Hoje, 8 de Março de 2006, dia Internacional da Mulher, mais uma vez se presenciou as reivindicações das Mulheres (ainda têm de reivindicar Direitos plasmadas no Ordenamento Jurídico Divino), na defesa do que, por via de tal Direito, lhes é Sagrado, ou seja, sua natural e normal Igualdade, em tudo, ao Homem.
Tarda ao Homem reconhecer, e à Mulher viver, suas inequívocas Igualdades em Direitos, quaisquer que sejam seus níveis de vida e/ou estatuto social, posto que, a bem da Verdade, nem um nem o outro está ou deve estar acima de seu companheiro, seja, tal companheiro, ele ou ela.
Se à Política e à Religião – ambas se subsumem ou integram uma na outra sem, todavia, se confundirem – tardam em isto saber, compreender e apreender, só o podemos e devemos, ainda, lamentar!
Se a Mulher defende o que é seu por força natural, uma única atitude e acção devemos ter:
- Apoiá-la nessa sua legítima luta, reconhecendo-lhe, outorgando-lhe e garantindo-lhe o que nunca lhe devia ter sido negado: Igualdade Plena face ao Homem!
Mas, vir a Mulher, neste seu dia Internacional, misturando valores que jamais se podem caldear, reivindicar ter direito a poder abortar, como se o acto de abortar fosse um acto natural, ou, pior que isso, arguindo que tal prerrogativa se inscreve nos seus Direitos, fazendo parte, portanto, dessa sua igualdade e/ou liberdade, é… no mínimo, defender absurdos e comparar incomparáveis, juntando no mesmo saco o lícito com o crime.
Já aqui afirmámos que o único macho que viola a sua fêmea é, lamentavelmente, o Homem. Sim, isso não se verifica no reino animal menor, dito irracional.
Sabendo que não, parece que a mulher, ao defender teimosamente o absurdo do aborto, que apenas por ignorância pode confundir como sendo um de seus Direitos, deseja que o acto criminoso da violação continue a ser praticado, necessariamente, contra si.
Ou será que o Homem e a Mulher ainda não deram conta que a prática voluntária e normal de sexo, sem que ninguém seja objecto ou ‘coisa’ de outrem, é um acto humano-divino, que os une, ad infinitum, através da Energia que dele flui, a qual se necessita e se reconhece como sendo: AMOR!?
Façamos a necessária reflexão.


















