Quinta-feira, Agosto 14, 2008

O MELHOR

O MELHOR

Quando menos esperas, és visitado por factores atordoantes, que te deixam sem saber que atitude tomar.

Sem aviso prévio, deparas com situações aflitivas que te inquietam, oferecendo-te frustração, face às condições de que se revestem.

De maneira agressiva, chega-te a dor do próximo, pedindo-te arrimo, e, colhido pela rude solicitação, vês-te em clima de dificuldade para equacionar o problema.

O aturdimento das pessoas alcança-te, violento, apresentando solicitações gritantes, agredindo-te, e constatas as dificuldades socorristas mediante as quais poderias auxiliar com acerto.

A vasta cópia dos atormentados espera apoio nas suas alucinações e busca-te, inquietando-te, por te deparares, sem os meios ideais para o ministério do socorro.

Em tais como em outras circunstâncias equivalentes indagas: Como agir? Como fazer o melhor?

Subitamente identificas cansaço n’alma, amargura, inquietação.

Levanta, porém, o ânimo e revitaliza o moral.

A consciência que desperta para o bem, mais sofre o espicaçar das aflições e incertezas, quando, diante de actos cruéis, surpreendentes, ou de situações muito complexas, ao considerar o que poderia fazer e como accionou a máquina da atitude correcta.

É natural, portanto, que o teu repouso seja menos fácil e a tua quietude, por momentos, improvável.

Os que se sentem muito tranquilos, na Terra, quiçá estejam intoxicados pelos vapores da indiferença.

Convidado, intempestivamente, a ajudar, a tomar uma atitude em relação a alguém, a assumir uma posição, não te deixes impregnar pelos fluidos e vibrações de quem te busca. Recolhe-te à oração silenciosa, e indaga ao coração o que gostarias de receber, caso fosses o necessitado.

Certamente, terás a resposta de como seria o procedimento ideal.

Todavia, se não for possível realizar a acção ideal, não cruzes os braços, lamentando impossibilidades.

Faz de maneira mais correcta ao teu alcance, envolvendo em simpatia aquele que se socorre de ti, permanecendo de consciência harmonizada.

Enfrentarás sempre ocorrências difíceis, com as quais, desde logo, deves acostumar-te.

Olhando a imensurável quantidade de aflitos e a precariedade dos teus recursos, não te sintas incapaz de auxiliar, descoroçoando-te.

Uma semente, resguardada no bojo da terra, pode ser a responsável futura por toda uma área verdejante e rica de dádivas.

Importante é o que faças e como faças, pertencendo os resultados à Vida.

A multidão que Lhe ouvira a palavra de liberdade e paz, não obstante já alimentada em espírito, padecia de fome orgânica. Solicitado ao auxílio, Jesus excogitou de tomar os cinco pães e os dois peixes que os discípulos possuíam, com os quais repletou os estômagos necessitados, sem perder o entusiasmo ou modificar a atitude de amor com que antes amparara a grave necessidade espiritual de que todos padeciam.

Considera, desse modo, a sabedoria do Senhor e, sem desencorajamento, faz a parte que te cabe, com a certeza de estares a realizar o melhor.

(De: “Alerta”. Divaldo Pereira Franco, ditado pelo espírito Joanna de Ângelis)

Domingo, Agosto 10, 2008

NO DIA DOS PAIS...

No Brasil o "dia do Pai" não acontece no dia 19 de Março, como em Portugal.

***
"NO DIA DOS PAIS, UMA REFLEXÃO SOBRE A SIMPLICIDADE

Por: Christina Nunes

Noutro dia vi na tv o que considero talvez um dos mais belos anúncios levados para o ar por ocasião da proximidade do Dia dos Pais.

Nem me recordo qual o produto anunciado, mas a cena é belíssima. Um menininho pequeno - mas bem pequenininho mesmo! - Ouve o ruído da chegada tardia de seu pai em casa, de seu quarto, onde, metido no seu pijaminha, já dormia.

Tonto de sono, ao som de música clássica belíssima, levanta esfregando os olhinhos, calça seus chinelinhos de pato.

Sai do quarto e, nos seus passinhos bêbados, chega à sala, onde o pai acaba de fechar atrás de si a porta, retornando do trabalho, e admirando-se de ver ali, àquelas horas, o pequeno, certamente indagando da razão daquilo.

O menininho vai até junto dele. Estende os dois bracinhos e o pai, intrigado, se inclina. E se emociona.

O menininho dá-lhe um abraço e um beijo de boa noite e, bocejando, volta para o seu quarto e para o aconchego da sua caminha. Simplicidade!

Não é de hoje que me pergunto. Onde foi parar a impagável simplicidade - em tudo?

Todavia, principalmente nestas datas, nestas ocasiões nas quais se convencionou que se comemorar devidamente o Dia dos Pais, Dia das Mães, Páscoa, Natal, e outros... só se reveste de significado digno diante de uma pujança compulsiva de gastos, de alarde, de barulho, durante os quais o que se observa, sobretudo, são pessoas stressadas, apáticas, quando muito condicionadas ao ritual imposto pelas exigências ardilosas outorgadas pelas tácticas hábeis do capitalismo com o decorrer das décadas, em substituição da jóia autêntica - e esta sim, o alimento do espírito!

Do calor humano, do afecto, da amorosidade que, a meu ver, é tudo, é a viga mestra não dos "Dia disso" ou "Dia daquilo"... mas do que de facto é o cerne de todas estas ocasiões: o amor e a fraternidade entre os seres humanos, entre os entes queridos!?

Lembro-me de que na minha infância, nessas datas, eu tinha por hábito fazer cartões. Gostando desde cedo de desenhar e escrever, tomava uma folhinha A4, dobrava, e me deleitava: desenhava ali cenas familiares que só nós mesmos, da família, entendíamos e das quais apreciávamos o significado; pintava o desenho, escrevia frases carinhosas dirigidas aos meus pais.

Um ou outro certamente comprava uma lembrança que o cartãozinho de próprio punho acompanharia; mas o certo é que lhes entregava fielmente aquele cartãozinho triunfante, porque lia nos seus olhos: certamente era o que eles mais valorizavam e apreciavam, em conjunto com o meu amor, beijo e abraço carinhosos de filha... que, aliás, distribuía aos montes durante o ano, porque nunca entendi que amor e homenagem aos pais eram restritos a uma data estipulada arbitrariamente, assim como também eles me ofereciam um digno "Dia das Crianças" todos os dias, infalivelmente!

Mas hoje, não. Observo que as escolas, na sua totalidade, alegando as exigências didático-pedagógicas dos dias de hoje, esmeram-se em celebrações retumbantes. Anunciam-nas já no princípio do ano lectivo, a todos convocando. Festas com missas, apresentações teatrais e danças das várias classes em homenagem a pais ou mães; gincanas, guloseimas, sorteios, bingos... e, unanimemente, sempre sob os pretextos do mundo globalizado e sua exigência draconiana de interacção frenética entre as pessoas, fizeram crer aos estudantes de todas as idades, com o passar das décadas e das mudanças, que isto é importante, é vital, é indispensável...

Queiram-me desculpar se vou aqui contra a maré... Mas resta-me a sensação de que o pai, a mãe, diante de todo este aparato, "se diluem"!... O ser humano, como sempre, perde em importância perante a mente e o coração da criança ou adolescente para a necessidade imperiosa de se embriagar dançando, representando, comendo, festejando com brilhos e música ruidosa... um simples e belo Dia dos Pais, que talvez, e principalmente, pedisse antes intimidade familiar, carinho, química amorosa; e na privacidade do lar, alegria entre filhos e seus pais!

Mas, e o Pai?!... O pai está ali, no meio daquele tumulto de centenas de parentes, de outros pais, professores, equipes pedagógicas, directores, fotógrafos... a mais das vezes emocionados, é um facto! Mas que se note, e deixemos de hipocrisia: ainda e sempre, emocionados com seu (s) filho (s), única e exclusivamente!

Aqueles filhos que ali estão adiante, menores ou maiores, a dançar, a representar, a cantar com os olhares ora perdidos ora assustados, ora indiferentes, em muitas das vezes - observo e já não é de hoje! - Com expressão ausente, olhando em torno... fazendo bem o "trabalho de casa". Então acaba a dança e o barulho, após a espera de muitas outras turmas anteriores à do seu filho que também ensaiaram e fizeram o mesmo. Entrega-se a lembrancinha feita pela própria criança - talvez que o de maior valor no meio de tanto barulho e movimento! - Que o pai ou a mãe recebem de suas mãos ainda emocionados, sorridentes.

E a criança, já distraída, pergunta o que farão em seguida; irão para casa?! A uma pizzaria?! Ao cinema à tarde?! Não sei... tenho uma rejeição irrefreável, natural por esta compulsão quase neurótica de se ter que fazer algo a respeito de coisas que pediriam, única e simplesmente, o que de maior valor se reveste: amor e afecto, na intimidade de um lar. Fico-me a recordar, insistentemente, do tal "tesouro que a traça não corrói e o tempo não desgasta" - lição de tanta simplicidade, milenar, a respeito do alimento verdadeiro, gerador da autêntica felicidade... alimento do espírito!

E, inevitavelmente, considero tudo isso uma idiotice!.. Mas é importante para as crianças, fizeram com que acreditassem nisso... e todo ano lá vamos nós de novo!

Ah! E os - muitos! - Que não têm pais ou mães numa data dessas?! Os pais e mães falecidos, ou desertores do lar, e tantas outras situações que naturalmente excluem muitos estudantes destas festanças artificiais de sentimentos, de real sentido?!

Ah! - alguém há-de dizer - Esses não são maioria! Não podemos sacrificar o resto por causa desses!... Argumentará, com a voz inconsciente do egoísmo. Será que não são maioria?!

Nos tempos em que vivemos nos quais, por esta linha mesma de mentalidade, os seres humanos tornaram-se descartáveis?!... E aí prevalece, ainda e sempre, a legenda da exclusão egoística, do preconceito... a mesma que até aos dias de hoje, em pleno século XXI, considera inviável a inclusão de "minorias" como as crianças especiais, as órfãs, as menos favorecidas economicamente...

Não vamos parar de festejar em grande estilo... porque afinal, estes são minoria!...

Sabem... às vezes vem-me ao pensamento: como é que Jesus homenagearia seus pais?...

Fica a reflexão..."

Domingo, Julho 06, 2008

Reacções da Mãe-Terra!...

Comentando o que diz o nosso irmão Rui, acrescento o seguinte:

Há dias, um Digníssimo Mestre Ascenso, em mensagem por si ditada, dirigida aos terrícolas da superfície deste Mundo Terra (sim, porque há os intra-terrenos e os intra-oceânicos), disse que seria bom que se começasse a pensar na Unificação do Todo Planetário, ou seja, ser a Terra uma única NAÇÃO, UMA ÚNICA FAMÍLIA POLÍTICO-SOCIAL, composta por Estados Federados, tendo, logicamente, um único Presidente e que, esse Presidente, deveria ser o Presidente dos Estados Unidos da América, não por ser o BUSH (nem pouco mais ou menos), mas sim pela simples razão de ser este País, o único que possui, na actualidade, alguma capacidade para dirigir o Planeta. Não se esqueça que a Constituição dos USA, quando foi redigida, teve a ajuda (Mão) de DEUS. OBAMA, candidato democrata, não é candidato por 'sorte' ou por 'acaso'... mas isso são outras águas... que não cabe aqui curar de saber.

Claro que, diz ainda, tudo deveria ser devida e sabiamente articulado em prol do Todo, sendo que, o escopo final desta intenção, seria alcançar-se, de uma vez por todas, a Justiça e a Paz na Terra, bens divinos que, o Homem, por sua ignorância, ganância e teimosia, ainda não sabe Ser para Ter.

Já em "Conversas com DEUS", Livro 1, de Neale Donald Walsch, o interlocutor de Neale diz, de Seu Trono e Vontade, sobre como devíamos (COM)PARTILHAR as riquezas terrenas em prol de todos... 'atrevendo-se' a elucidar como deveriam ser as políticas Humanas, nesta Sua Morada!
Alguém O leu? Alguém O ouviu? Alguém O cumpre? Ou lê-se e não se sabe interpretar!?

Ou seremos comodistas inveterados, pseudo sábios da treta, que nada fazem, nem conseguem fazer, por si mesmos?

Onde está a REVOLUÇÃO de consciências, que tais Obras deveriam ter já despoletado, ordeiramente?

Segundo informações... as Obras do Neale... já foram editadas em vários idiomas e em milhões de exemplares...

Onde estão, então, os resultados efectivos dessas tiragens, aos milhões? Afinal... será tudo um mero... romance?

A vida será, apenas, um romance?

A tua dor e a tua felicidade serão romance, ou fruto de um qualquer romance?

Não!... O terráqueo da superfície, sendo um repetente inquilino destruidor desta Casa Cósmica, que lhe tem sido emprestada, de quando em vez, para que possa evoluir, arma-se em seu dono e tudo destrói.

- "Mas a Lei de Deus prossegue no mesmo passo, acima das tempestades humanas e, nos grandes momentos, salva sozinha o equilíbrio"! - JESUS, in "A Grande Síntese" de Pietro Ubaldi.
Pode o Homem controlar ou dirigir a Mãe Natureza? Não!... O homem não pode dirigir e/ou controlar o que não é de sua criação, nem, tão pouco, o que lhe está acima. Limita-se a sofrer e a viver os efeitos, desconhecendo, ignorando, a maioria das vezes, as verdadeiras Causas, que são fonte, desses efeitos que sofre.

A Terra está, bem sabemos, neste momento, a reagir - harmonizando-se - na sua própria defesa, fazendo com que os seus destruidores daqui saiam!

Porquê?

Porque a TERRA é um Planeta (uma morada) de DEUS, não dos homens e, se é DEUS, DEUS saberá, no fim de cada ciclo, quem a merece, ou não.

Para a Quinta (5ª) Dimensão, só irão os que, por mérito pessoal, a ela possam ascender.
Afivele, então, cada um a sua máscara, nunca esquecendo que a DEUS, jamais, se poderá enganar.

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Se achardes que deveis reenviar... todos vos agradecerão, por serdes trabalhadores da Verdade.
***
PAZ e LUZ! Na Grande Fraternidade Branca Universal, sou,

Álvaro de Jesus
- Guerreiro da Luz
- Reiki.Master
- Sacerdote Melchizedek
- Mentor e Presidente da Associação: Nova Igreja do Caminho-Projecto Planetário do Senhor Jesus
***
NOVA IGREJA DO CAMINHO:

Domingo, Maio 11, 2008

CARMA E DESTINO...

Sábado, 10 de Maio de 2008
Carma e destino

Muitas pessoas acham que Carma são os sofrimentos, pelos quais passamos, que devemos aguentar, por os merecermos.

Não é tão simples e definitivo assim.

Não podemos aceitar que sofremos porque merecemos e, ponto final.

Empregamos a palavra Carma, normalmente sem entender profundamente o seu significado.

Carma é o destino, como consequência do que nós mesmos criamos ao longo das nossas vidas anteriores.

Tudo o que fazemos nesta vida ou nas seguintes provoca uma reacção, com as suas consequências, evidentemente. Este é o sentido de Carma.

As nossas próximas vidas também serão resultado de nossas escolhas de hoje.

Reencarnamos enquanto as consequências de nossas acções não estiverem completamente liquidadas.

Temos obrigação de eliminar essas consequências negativas e de as tornar positivas, por meio de atitudes melhor pensadas, liquidando os mal entendidos; cuidando melhor da saúde; sendo mais previdente com as finanças; assumindo nossas responsabilidades; etc.

Carma pode e deve ser eliminado, transformando-se em Darma, que é o Carma que está a ser trabalhado ou eliminado.

Todas as pessoas podem modificar e transmutar seu Carma pessoal, do país e do planeta. Algumas maneiras são: aprender a auto conhecer-se; a energizar-se correctamente; voltar a vidas anteriores, procurando saber o que houve e corrigir essas falhas...

Desta maneira, um dia libertar-nos-emos da roda das encarnações e seremos, então, livres, podendo viajar na Luz em Paz e Harmonia com o Cosmo, como seres libertos e conscientes de sua grandiosidade.

Permaneçam em Paz Profunda,

She

Terça-feira, Fevereiro 19, 2008

SERVIR...

Servir

Servir é viver com o sorriso
De candeia humilde e tremeluzente,
Rasgando caminhos nas trevas,
Lançando reflexos de luz
Na vida de tanta gente…

Servir é trilhar generosidade,
Num desgaste incessante pelos outros,
Qual nuvem que se desfaz
Para dar fecundidade,
Qual círio bento sobre o altar,
Imolando-se lentamente
Para iluminar…

Servir é lutar mansamente
Com as armas do sacrifício e doação
Arranhando a alma nas arestas da vertente,
Sangrando tantas vezes o coração…

De. Mário Salgueirinho

Domingo, Fevereiro 10, 2008

O ADVOGADO DA CRUZ

No mundo antigo, o apelo à Justiça significava a punição com a morte. As dívidas pequeninas representavam cativeiro absoluto. Os vencidos eram atirados nos vales imundos. Arrastavam-se os delinquentes nos cárceres sem esperanças. As dávidas agradáveis aos deuses partiam das mãos ricas e poderosas. Os tiranos cobriam-se de flores, enquanto os miseráveis trajavam de espinhos.

Mas, um dia, chegou ao mundo o Sublime Advogado dos oprimidos. Não havia, na Terra, lugar para Ele. Resignou-se a alcançar a porta dos homens, através de uma estrebaria singela.

Em breve, porém, restaurava o templo da fé viva, na igreja universal dos corações amantes do bem. Deu vista aos cegos. Curou leprosos e paralíticos. Dignificou o trabalho edificante, exaltou o esforço dos humildes, quebrou as algemas da ignorância, instituiu a fraternidade e o perdão.

Processaram-no, todavia, os homens perversos, à conta de herético, feiticeiro e ladrão.

Depois do insulto, da ironia, da pedrada, conduziram-no ao madeiro destinado aos criminosos comuns.

Ele, que ensinara a Justiça, não se justificou; que salvara muitos, não se salvou da crucificação; que sabia a verdade, calou-se para não ferir os próprios verdugos.

Desde esse dia, contudo, o Sublime Advogado transformou-se no Advogado da Cruz e, desde o supremo sacrifício, a sua voz tornou-se mais alta para os corações humanos. Ele que falava na Palestina, começou a ser ouvido no mundo inteiro; que apenas conversava com o povo de Israel, passou a entender-se com as várias nações do Globo; que somente se dirigia aos homens de pequeno país, passou a orientar os missionários rectos de todos os serviços edificantes da Humanidade.

Que importam, pois, nos domínios da Fé, as perseguições da maldade e os ataques da ignorância? O Advogado da Cruz continua a operar em silêncio e falará, em todos os acontecimentos da Terra, aos que possuam "ouvidos de ouvir".

Da Obra: "Antologia Mediúnica do Natal"
Emmanuel / Francisco Cândido Xavier

PARA PENSAR...

Se retirar a sombra da tristeza que lhe cobre o olhar, observará que o sol e o tempo renasceram hoje, a fim de que possa refazer-se e recomeçar.

Não se sabe de ninguém que houvesse conseguido a restauração ou o êxito em clima de desabafo.

Sorrir, atraindo dedicações e possibilidades, ou, mostrar a face agoniada da irritação, suscitando adversários ou problemas, dependerá sempre de si mesmo.

Ódio e medo, inveja ou ciúme, desespero ou ressentimento desajustam a mente, e, a mente desequilibrada, envenena o corpo.

Procure ver o melhor dos outros, dê aos outros o melhor de si mesmo, porque o pessimismo jamais edifica.

Você receberá auxílio e assistência na medida exacta das suas prestações de serviço ao próximo, recebendo ainda, por acréscimo, valiosas bonificações da Providência Divina.

Recordemos que, situar-nos nas dificuldades dos outros, de modo a senti-las como se fossem nossas, para os auxiliar, sem exigência ou compensação, é a maneira mais justa de garantir a paz.
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Autor Espiritual: André Luiz
Psicografia de Chico Xavier

Terça-feira, Janeiro 08, 2008

FICA CONNOSCO SENHOR!!!

Senhor Jesus,
Sobre a Terra de agora, ansiosa e agitada,
Que a Ciência domina,
Muitas ideias novas pela estrada,
Sonegam-te, no mundo a Presença Divina...
O homem super-culto,
Nas invenções geniais e nos feitos de vulto,
Experimenta, experimenta...
Entretanto, Senhor, por mais que se lhe permite
Revelações dos céus, sem pausa e sem limite,
Ei-lo na indagação
Em que não se contenta...
Projectando satélites no Espaço
E entesourando láureas da cultura
Nem por isso largou-se
Do tédio, do azedume, do cansaço
De alma triste e insegura...
Toda a Terra é um arsenal de máquinas potentes...
Sondas, computadores...
Investiga-se os mundos exteriores,
Conclama-se ao progresso
Todos os continentes...
Mas a guerra campeia,
O cérebro sem fé como que se incendeia
E a violência se espalha mundo afora...
É por isso, Jesus, que te pedimos:
Fica connosco, nos nossos vales,
Enquanto tantos génios
Pairam em altos cimos,
Brilhando sem saber onde os bens e onde os males!...
Conserva-nos a fé por luz acesa
E ajuda-nos a ver na terrestre grandeza
Com a bênção de amor em que nos guardas
As longas retaguardas
Dos irmãos despojados de esperança,
A fim de os socorrer em teu nome...
Atenua, Senhor, a mágoa dessas vidas
Que a tristeza consome
Na dor que não descansa.
Ergue de novo, os corações caídos
Em desesperação
A buscarem na cinza os ausentes queridos
Que a morte lhes furtou em processo violento,
Ajuda-nos a ver o sofrimento
Que o radar não percebe e o motor não consola...
Substitui, Jesus, pelo apoio da escola
A sombra do presídio que segrega
Os irmãos que a revolta ainda inspira e carrega
Para os despenhadeiros da existência...
Fica connosco,
Mestre, e faz-nos prover
De auxílio e reconforto
O sentimento amargo e semi-morto
Da multidão sem paz, a chorar e a sofrer...
Na fé que o teu amparo nos descerra
Deixa-nos atingir o coração da Terra!...
Faz que o Sol da Caridade
A irradiar-te as bênçãos de alegria,
Envolva, dia a dia,
O pão que nutre o Bem de Toda a Humanidade.
Não nos deixes a sós
E ensina-nos, Senhor,
A encontrar finalmente em cada um de nós
O caminho de luz do teu reino de amor!...
Maria Dolores