segunda-feira, setembro 27, 2010

PERANTE OS AMIGOS

 

O amigo é uma bênção que nos cabe cultivar no clima da gratidão.

 

Quem diz que ama e não procura compreender, nem auxiliar, nem amparar e nem servir, não saiu de si mesmo ao encontro do amor em alguém.

 

A amizade verdadeira não é cega, mas se enxerga defeitos nos corações amigos, sabe amá-los e entendê-los mesmo assim.

 

Teremos vencido o egoísmo em nós quando nos decidirmos ajudar os entes amados a realizar a felicidade própria, tal qual entendam eles deva ser a felicidade que procuram, sem cogitar de nossa própria felicidade.

 

Em geral, pensamos que os nossos amigos pensam como pensamos, no entanto, precisamos reconhecer que os pensamentos deles são criações originais deles próprios.

 

A ventura real da amizade é o bem dos entes queridos.

 

Assim como espero que os amigos me aceitem como eu sou, devo, de minha parte, aceitá-los como eles são.

 

Toda a vez que buscamos desacreditar esse ou aquele amigo, depois de havermos trocado convivência e intimidade, estaremos a desmoralizar-nos a nós mesmos.

 

Em qualquer dificuldade com as relações afectivas é preciso lembrar que toda a criatura humana é um ser inteligente em transformação incessante, e, por vezes, a mudança das pessoas que amamos não se verifica na direcção das nossas próprias escolhas.

 

Quanto mais amizade der, mais amizade receberá.

 

Se Jesus nos recomendou amar os inimigos, imaginemos com que imenso amor nos compete amar aqueles que nos oferecem o coração.

 

Livro: 'Sinal Verde' pelo Espírito de André Luiz

 

Psicografado por: Francisco Cândido Xavier

 

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