terça-feira, novembro 08, 2005

PORQUE DEFENDO O QUE DIGO...












Mesmo vivendo na Fraternidade, ou, talvez, por força dela, não posso deixar de lamentar, olhando sua última intenção, o Congresso Católico que ora acontece na cidade de Lisboa, intitulado: "Nova Evangelização"!

Porque o lamentamos? Vejamos de nossas razões:

1.- Se se promove, 2.005 anos depois da vinda do CRISTO, uma "Nova Evangelização", é porque todas as anteriores... FALHARAM!!!

2.- Sim! Infelizmente para o Homem, falharam! Basta olhar em redor de nós mesmos...

3.- Porque, este Congresso, apenas serve para juntar Pessoas, em forma de festa, gastando-se dinheiro que podia ir e servir, para socorro efectivo de muita Caridade Pura!

4.- Depois, por razões bem conhecidas, embora não divulgadas por eles, é tarde de mais para Recomeçar tudo de novo...

5.- In fine, porque a Igreja de Roma, apesar deste 'aparato terráqueo'... continua cega à Verdade do CRISTO... à que nos transporta aos Planos Superiores da Vida!!!

Para isto vos confirmar, tal ónus pertence-me, atentai no que nos diz EMMANUEL em sua Mensagem que, aqui e ali, adaptei ao português de Portugal, adicionando-lhe outras informações, para a tornar mais conselheira:

"NO APRIMORAMENTO


No aperfeiçoamento do corpo espiritual, além do primitivismo de certas almas que jazem, longo tempo, entorpecidas após a morte física, observemos, ainda, o quadro das mentes evolvidas intelectualmente, mas submersas nas densas vibrações decorrentes de compromissos escuros.
Não permanecem no regime da inércia, em sono larval; entretanto, agitam-se nos desvarios da loucura.


Criam imagens que vivem e movimentam-se na intimidade delas próprias, por tempo indeterminado, cuja duração varia em conformidade à força do impulso de suas paixões.
Carregam consigo os dramas intensos de que se fizeram autoras.


Encarnada na Terra, a inteligência vive entre as provocações da esfera carnal e as sugestões silenciosas da mente. Quanto mais intelectualizada a criatura, mais profundamente respira no plano das ideias, influenciando e sendo influenciada.

Geralmente, porém, o homem desequilibra os próprios sentimentos, inclinando-se, em maior ou menor percentagem, para o afastamento das leis com as quais se deve nortear. Atravessa os caminhos humanos, ganhando pouco e quase sempre perdendo muito, dentro de si mesmo, obscurecendo-se nas pesadas sombras dos pensamentos inquietantes que produz para o consumo de suas necessidades mentais.

Por isso é que a desencarnação não Ihes modifica o campo íntimo, continuando a ser o que foram durante a encarnação. A morte do envoltório físico em nada altera o que o Espírito é.

Encasulada no círculo vibratório das criações que lhe dizem respeito, a alma sofre naturais inibições, ante a paisagem da vida gloriosa. Não possui ainda órgão de percepção para se sintonizar com os espectáculos deslumbrantes da imensidade, encarcerada, como se encontra, entre as paredes estranhas das concepções obscuras e estreitas em que se agita.

Como a lâmpada vive no seio das próprias irradiações, emitindo luz que é também matéria subtil, a alma permanece no seio das criações que lhe são peculiares, prendendo-se à paisagem em que prevaleçam as forças e desejos que lhe são afins, porque o pensamento é também substância rarefeita, matéria dentro de expressões inabordáveis até agora pelas investigações terrestres.

Podendo alimentar-se, por tempo indefinível, das emanações dos próprios desejos, entidades existem que estacionam, durante muitos anos, dentro dos quadros emocionais em que se comprazem, atrasando a marcha evolutiva, até que Reencarnam, de novo, na recapitulação das experiências em que faliram, retomando o serviço de purificação interior para a sublimação de si mesmas.

Desse modo, somos defrontados por dolorosos fenómenos congeniais.

Suicidas recomeçam a luta física, no círculo de moléstias ingratas, e criminosos reaparecem no berço, com deploráveis mutilações e defeitos; alcoólatras regressam à existência, em companhia de pais que se sintonizam com eles e grandes delinquentes reencetam a viagem do aprimoramento moral, na esfera de provas temíveis, quais sejam as de enfermidades indefiníveis e de aflições dificilmente remediáveis.

O Renascer em corpo físico deficiente, não é desejo macabro nem obra aleatória, mas obedece à natureza e grandeza de dívidas passadas.

No extenso e abençoado viveiro de almas que é o mundo, pouco a pouco, de século a século e de milénio a milénio, usando variados corpos e diversas posições no campo das formas, nosso espírito constrói lentamente, para o próprio uso, o veículo acrisolado e divino, com que, um dia, ascenderemos à sublime habitação que o Senhor nos reserva em plena imortalidade vitoriosa.

In: “Roteiro” - (Médium: Francisco Cândido Xavier/ Espírito: Emmanuel)

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Posto isto... e porque a VERDADE que vou encontrando fora desta Igreja, não me permite brincar, continuo a reconstruir a Igreja de Pedro, o Apóstolo: ou seja, a Igreja d' O Caminho.

Tendes no meu ELUCIDANDO (Link ao lado), um capítulo que para ela vos leva, se, para tanto, tiverdes coragem para o abrir e compulsar!!!

Abraços de Paz!


Guerreiro da Luz

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